A FITA BRANCA 21

Das Weisse Band, 2009

Direção: Michael Haneke

Escrito por: Michael Haneke

Com: Christian Friedel, Ernst Jacobi, Leonie Benesch, Ulrich Tukur, Ursina Lardi, Fion Mutert, Michael Kranz, Burghart Klaußner, Steffi Kühnert, Maria-Victoria Dragus, Leonard Proxauf, Levin Henning

21 Comentários

  1. mausaldanha disse:

  2. Tom disse:

    Interessante esse seu comentário sobre o filme Mau, eu já tinha ouvido falar do filme e tinha visto que ele tinha ganhado alguns prêmios, mas eu não sabia nada da história nem que o diretor era Michael Hanake.

    Gostei do “Violência Gratuita” e vou tentar assistir “A Fita Branco”.

    Valew pela dica.

  3. Augusto disse:

    Vi “A Fita Branca” em pré-estreia, 23h da noite. Bela dirieção, argumento genial, fotografia maravilhosa. Mas, usando o termo cunhado pelo próprio Mau, é uma CACHAÇAAA!!! Loooooooongo, pesado, incômodo. Nunca quis tanto que um filme acabasse (mas ao mesmo tempo não conseguia deixar a sala de cinema). Me deu uma dor de cabeça que so foi passar no dia seguinte… Bom mas pesado, uma verdadeira cachaça

  4. Assisti ‘A Fita Branca’ disposta a ver um filme longo, p&b, sem trilha sonora, pré-primeira guerra, alemão e, sobretudo, muito complexo. Foi tudo isso que me fez ficar com a ideia de que eu ia sair com aquela cara de violinista decadente no final. Mas depois que terminou eu entendi o porquê do frisson em cima do filme e concordei em gênerom, número e grau com todas as pessoas que estão favoritando-o como melhor filme estrangeiro deste ano. Então, superestimado ou não, ‘A fita branca’ me convenceu. Adorei!

  5. Amenar Neto disse:

    “A Fita Brance” é lindo. Bárbaro. É denso, cru e forte. Nem lembra o Haneke do “mais-ou-menos” “Caché”. Aqui ele faz verdadeiramente uma obra. Não um filme pessoal como “Caché”, que é monótono, nada fluente, e não é cinematográfico ou belo.

    Indico “Violência Gratuita” também. Tanto o original quanto a refilmagem.

  6. Pekeno disse:

    Chato e super-estimado. Pretensioso demais, mas não alcança o que queria. Um Profeta(não sei se vai vir com esse nome para o Brasil) é muito melhor, digno de Oscar, mas a Fita Branca, injusta-mente, irá ganhar.

  7. Lunatic Poet disse:

    “A Fita Brance” é lindo. Bárbaro. É denso, cru, forte. Chato pra caralho. Espero nunca mais ver outra vez ><. Um daqueles filmes bons ( uma das melhores fotografias que já vi, fato , mas que pessoalmente, não "combinou com você" Nota: 8/10
    PS: espero a critica de O Segredo dos Seus Olhos, um senhor filme, e que atrai a todos ;)

  8. Pimentel disse:

    Velho,
    é lento, mas é filmaço certo.
    Tem uma características típica do Haneke que é desdizer a conclusão narrativa típica dos americanos…
    Ele faz o mesmo em outros.
    Isso já dava para adivinhar…
    Mas a fotografia é linda mesmo.
    As atuações inclusive.
    E a temática história perfeita.

  9. Paty Martins disse:

    Não gostei de “A fita branca”, principalmente se como tanto se fala por aí, ele tanta explicar a gênese do nazismo ou do mal propriamente dito. Isso é um tema muito complexo, e o filme, na minha opinião, é reducionista e simplista nesse sentido. Mas a fotografia é belíssima mesmo, e os atores, inclusive os mirins, dão um show de interpretação.
    Abs

  10. Willtage disse:

    O filme tá aqui no cinema da fundação um tempão, só que não dá pra eu ir assistir, trabalho durante a semana inteira, e fds é fechado lá. Mas garanto que assistirei em DVD, esse filme tem cara de ser aquelas obras que tu assiste e tira como referência.

    Abs!!!

  11. Chiriko disse:

    Já tá na minha lista faz um tempo, vou ver se tá passando em algum lugar aqui do RIo

  12. Schaefer disse:

    Deu vontade de ver!

  13. leandro silva disse:

    é esse filme ta concorrendo ao oscar ne? se um dia eu ver o dvd vou tentar assistir!

  14. Gabriel disse:

    Crimes de ódio não são novidade nos filmes de Michael Haneke (Violência Gratuita), e em A Fita Branca (Das Weiße Band), Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2009, ele procura a origem do crime de ódio mais filmado e analisado do século 20, o Holocausto.

    Estamos em um vilarejo na Alemanha às vésperas da Primeira Guerra Mundial, e o vínculo com o nazismo é montado já na fala do narrador, que conta que ali, naquela comunidade, pequenos eventos prenunciam o que aconteceria com o país todo, anos depois. Haneke começa o filme, portanto, amarrado conscientemente nessa analogia com o Holocausto – e, ao seu modo habitual, começa a ditar o tipo que reação que espera do público.

    O primeiro mistério é filmado com impacto: o médico do vilarejo está voltando para casa, montado num cavalo, quando um arame esticado entre cercas derruba o animal. Não se encontra o culpado pelo arame. Tempos depois, o filho do barão local se torna vítima. Em comum, os crimes têm a forma de castigo. Como em Caché, esse flerte com o subgênero do whodunit se reveste de comentário social – existe algo escondido ali, e não é só a identidade do criminoso.

    O fato é que a punição, embalada como disciplina, está enraizada no vilarejo – e a fita branca do título, que o pastor local força dois de seus filhos a usar, como sinal de vergonha por pecados cometidos, é obviamente a antevisão da futura etiquetação antissemita de judeus nos princípios da Segunda Guerra. Costuma-se crer que Hitler chegou ao poder auxiliado pelo rancor que os alemães sentiam após a devastação do país na Primeira Guerra, mas para Haneke o embrião do mal é anterior.

    E a maneira que o diretor austríaco encontra para dar rosto a esse mal é agressivamente despojada: close-ups de caras limpas, de feições sem traços de culpa ou de remorso, sem traço mesmo de ódio – ainda que esse ódio, nós sabemos, exploda de tempos em tempos. Um personagem diz, em algum momento, certeiro, que se trata de um ódio pior: os linchadores odeiam a si mesmos. De novo, como em Caché, a questão é entender quem é de fato a vítima.

    Se A Fita Branca está preso à analogia com o nazismo, pelo menos a exerce com lampejos de brilhantismo, como no plano final, da missa na igreja, com sua arquitetura que lembraria depois um salão do Terceiro Reich. Independente da crítica que se faça à postura de Haneke diante do espectador, é inegável que ele está se fazendo entender.

  15. Murilo Herik disse:

    Mau em que sentido você quer dizer que o filme é pesado? Violento? Psicologicamente denso?

  16. Milla Pupo disse:

    Eu fiquei bem curiosa com esse filme, embora o tema “nazismo, 2ª guerra” seja bem comum, meio batido no cinema quero ver sim!

    Bjs Mau!

  17. Alessandro disse:

    Acredito q fui um dos poucos q não achei este filme toda essa maravilha q dizem.
    Pelo contrário, achei o filme visualmente plástico mas com um roteiro superficial e simplista…dizer q só pq as crianças são mal tratadas seria motivo para serem nazistas é quase maniqueísmo, não levando em conta outros fatores para o surgimento de tal movimento.

  18. Danilo Nin disse:

    Saldanha, eu nintendi nada desse filme. Nada mesmo. Não sou burro, mas realmente não estou por dentro da cultura retratada. Teria apreciado uma versão para iniciantes do assunto.

  19. Suzana Amaral disse:

    Filme PERFEITO..
    tô sem palavras.
    Engasgada;
    =]

  20. Daniel disse:

    Pra mim foi um dos melhores filmes de 2009, Palma de Ouro mais do que merecida. Hoje em dia é difícil ver filmes em preto e branco, não quero entrar aqui em uma discussão se cinema é melhor colorido ou não, sinceramente pra mim tanto faz, gosto bastante dos dois.

    Haneke fez uma intensa pesquisa pra escrever esse roteiro e tentar explicar as origens do nazismo, consultou psicologos, historiadores, etc. A fotografia do filme é linda, o filme é bem conduzido, uma pena passar batido pelo grande público.

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